//

O Vento Assobiando nas Gruas

Imagem Cartaz Filme
Foto
Votos do leitores
média de votos
Imagem Cartaz Filme
Foto
Votos do leitores
média de votos
Drama 93 min 2023 M/12 29/02/2024 POR, SUI

Título Original

Sinopse

Algarve, finais da década de 1990. Devido a uma ligeira perturbação no desenvolvimento mental, desde pequena que Milene Leandro é superprotegida pela família. Quando D. Regina, a avó com quem ela tinha uma relação muito próxima, morre subitamente, a rapariga sente-se perdida e esconde-se antiga fábrica de conservas da família. 

É assim que conhece os Mata, uma família cabo-verdiana que ali vive ilegalmente. Eles, que apesar de pobres têm uma visão da vida mais descontraída e alegre, vão fazê-la sentir em casa. Mas com a morte da matriarca, a família Leandro pretende vender a fábrica, deixando os Mata numa situação difícil. 

Assinado por Jeanne Waltz (“Daqui p'ra Alegria”, “Nada Meiga”), realizadora suíça radicada em Portugal, um drama que tem por base a obra homónima de Lídia Jorge que, com ela, recebeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE).

Rodado nas cidades de Tavira e Vila Real de Santo António, este drama conta com Rita Cabaço, Milton Lopes, Maria Fortes, Beatriz Batarda, Isabel Cardoso, Clara Maciel, Rúben Garcia, João Lagarto, Romeu Runa e também com a participação especial de Ana Zanatti e do músico Dino d`Santiago, responsável por Filho do Vento e Mamã, dois dos temas principais da banda sonora. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

O Vento Assobiando nas Gruas: um filme na nota justa, baseado em Lídia Jorge

Luís Miguel Oliveira

Adaptação de um romance de Lídia Jorge, eis um filme de Jeanne Waltz sempre na nota justa. Estreia-se quinta-feira.

Ler mais

Críticas dos leitores

Obra de arte

Yoke

Um filme muito relevante nos dias que correm, a dias de uma eleição histórica e dos 50 anos do 25 de Abril. Um excelente elenco e uma fotografia belíssima transportam o passado dos anos 80/90, com a ressaca da descolonização ainda presente na alta "burguesia" portuguesa, até aos dias de hoje, sempre com muita poesia, simplicidade e crueza.

Continuar a ler

Envie-nos a sua crítica

Preencha todos os dados

Submissão feita com sucesso!