Robin Hood

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Aventura, Acção 116 min 2018 M/12 29/11/2018

Título Original

Robin Hood

Sinopse

<div>Inglaterra, século XII. Robin of Loxley toda a sua vida prestou serviço leal ao rei Richard I, de cognome Coração de Leão. Ao regressar das cruzadas após a morte do grande soberano, vê a cidade de Nottingham atravessar uma grave crise nas mãos do xerife local. Na esperança de salvar a população de toda a iniquidade, junta-se a Little John e cria um grupo de justiceiros, cujas capacidades guerreiras só se poderão comparar à sua alegria de viver. Assim nascerá a lenda de Robin Hood, o grande herói fora-da-lei que, roubando aos ricos para dar aos pobres, devolveu a glória e a liberdade ao país que o viu nascer.</div><div>Nova adaptação do clássico, desta vez pelo estreante Otto Bathurst, um filme de aventura que dá um novo fôlego à lenda de Robin Hood, com as actuações de Taron Egerton, Jamie Foxx, Ben Mendelsohn, Eve Hewson, Tim Minchin e Jamie Dornan. PÚBLICO</div>

Realizado por

Otto Bathurst

Elenco

Taron Egerton, Eve Hewson, Jamie Dornan, Jamie Foxx, Ben Mendelsohn, Paul Anderson

Críticas Ípsilon

Não existem críticas dos nossos críticos.

Críticas dos leitores

Raelsan

Robin Hood do pior que já vi. Não vale o bilhete. Cheio de lugares comuns, previsível e inconsequente. Valeu um pouco pela mensagem subentendida da atualidade. Muito fraco.

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Marcelo Alves

De tempos em tempos Hollywood gosta de revisitar as lendas da Inglaterra medieval. O problema é que as novas leituras, na tentativa de dar uma visão original a estas lendas, acabam arriscando-se a criar algumas aberrações. Um movimento que volta e meia surge é o de criar o “filme de origem”. A motivação é: a história principal você já conhece. Agora você descobrirá como o personagem se tornou o que ele é. <br /> <br />Foi assim com o Rei Artur, que gerou um filme confrangedor de Guy Ritchie, agora é com Robin Hood. “Robin Hood - a origem”, tem como objetivo expôr “a verdade por trás do mito”, o que é algo um tanto quanto surreal, ou mesmo anacrónico, visto que nunca se soube se realmente Robin de Loxley existiu, bem como a lenda de que ele roubava dos ricos para dar aos pobres. Na verdade, Robin não passa de um mero personagem do folclore inglês. <br /> <br />A saída dada para criar essa origem é tão confrangedora que a vontade que se tem é de largar o filme com pouco mais de meia hora de projeção. Agora estrelado por Taron Egerton, o Eggsy da série de filmes “Kingsman”, Robin é um lorde bon vivant de Nottingham até que se apaixona perdidamente por Marian (Eve Hawson), não mais uma lady, mas uma ladra que ele descobre quando tentava roubar um de seus cavalos. <br /> <br />Mas a vida pode dar voltas e um dia Robin é recrutado para tornar-se um cruzado e lutar na Arábia, o serviço militar da época. Após quatro anos em que mostra toda a sua “valentia” e “nobreza de espirito” culminando com a tentativa de salvar a vida do filho do mouro John (Jamie Foxx), Robin volta para casa, onde descobre que perdeu a riqueza, confiscada pelo xerife de Nottingham, e a mulher, agora casada com um plebeu de ambições políticas chamado Will (Jamie Dorner). <br /> <br />O que se segue é um misto do que conhecemos, ou seja, Loxley tornando-se o ladrão Hood, com pitadas de uma história de corrupção política, conspirações com a Igreja, interesses de riqueza com uma guerra infundada, e o povo cada vez mais pobre e morrendo mas minas enquanto os ricos estão cada vez mais ricos. Enfim, parece que era preciso “actualizar” a história de Robin Hood traçando paralelos com a vida contemporânea. <br /> <br />A pergunta que fica é: por que? Por que fazer isso? Talvez por uma tentativa de angariar um novo público. Mas o que levaria o público a se interessar por uma versão de uma história que não convence, com atuações confrangedoras - o xerife de Nottingham de Ben Mendelsohn e a Marian de Eve são tristes e apagadíssimos - um roteiro apavorantemente ruim e até com cenas de ação, que deviam ser o ponto alto deste tipo de filme quando nada mais dá certo, de qualidade questionável. Apenas uma ou duas podem ser consideradas perto de boas. <br /> <br />A origem de Robin Hood é um fracasso enquanto filme, mas o desfecho da jornada é no ponto em que conhecemos bem. Robin e seu grupo escondido na floresta de Sherwood, um novo xerife de Nottingham que o conhece bem e o roubou a mulher (não vamos comentar a cena bizarra de Dormer com Eve e todo o desenrolar do ciúme patético) e a perspectiva de um segundo filme. Até de uma nova franquia. <br /> <br />Robin Hood, porém, precisará melhorar demais seu discurso e suas peripécias para ter uma vida um pouco mais longe. O trabalho do realizador Otto Bathurst ficou muito abaixo da crítica.

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Hugo

Logo no início do filme, fica-se com sensação que se esta a ver um filme sobre a Guerra do Golfo, só faltando aparecer o Saddam Hussein. Mau filme, má história, má representação, salva-se as pipocas...

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Raul Gomes

Ele salva, em certa medida o filme, através da sua imponente presença e representação. Apesar de tudo, o argumento não é de todo mau, apesar de se assemelhar em muitas partes a BD. Nos diálogos, subentende-se muitas das situações actuais, sobre o poder da igreja e as suas manifestas fragilidades, para não dizer pior, e politicamente a mensagem que querem transmitir, é compreensível, mesmo nos dias de hoje. Um filme de acção, incongruente, mas que se deve elogiar a fotografia e montagem, o que faz deste filme, não ser tempo/dinheiro perdido. Para uma primeira obra, até que não é má de todo.

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Luis

...mais "Miner" (Minas) do que "Wood" (Bosques), numa nova versão (direcionada para os mais jovens?) com um Robin e uma Marion muito "ingénuos", juntos num plano de combate ao "velho" Xerife, que entretém bem e deixa as portas abertas para o "Robin 2" este, e ao que tudo indica, já Robin Wood... (refugiado nos Bosques)...

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Paulo Rodrigues

Um autêntico desperdício de atenção, dinheiro, tempo e paciência. Se soubesse que era isto que ia ver, não estaria disposto a pagar um único cêntimo. Nem de graça esta coisa consegue ter alguma graça. A mais perfeita indigência cinematográfica. Com a agravante de produtores e realizadores não terem vergonha na cara e de não se enxergarem pois, pelos vistos, querem "bafejar-nos" com o pivete de uma sequela.

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