Cinecartaz

Pub

O Guardião das Causas Perdidas

Título original:
Kvinden i buret
De:
Mikkel Nørgaard
Com:
Nikolaj Lie Kaas, Fares Fares, Sonja Richter
Género:
Thriller
Classificação:
M/12
Outros dados:
SUE/DIN/ALE, 2013, Cores, 97 min.

Carl Mørck (Nikolaj Lie Kaas) é um detective de homicídios que perdeu a capacidade de sorrir e muito mais: a mulher deixou-o, o parceiro morreu, o melhor amigo ficou inválido e ele próprio foi ferido em serviço. Além disso, é um homem temperamental e de feitio difícil, o que faz com que ninguém da sua divisão queira trabalhar consigo. É então transferido para uma nova secção, o Departamento Q, onde terá a função de rever casos arquivados nos últimos 20 anos, auxiliado apenas por Assad (Fares Fares), o seu assistente. Não lhe é pedido mais do que abrir as pastas, fazer pequenos relatórios e voltar a fechá-las, de preferência sem grandes alaridos. Mas Carl, sem mais nada que o mova, entrega-se ao sentido de dever que ainda mantém. Assim, quando reabre o caso de Merete Lynggaard (Sonja Richter), uma jovem em ascensão no mundo da política que se terá suicidado, começa a seguir pistas que levam a factos inesperados. O seu empenho na procura da verdade vai chocar de frente com o interesse de quem só quer ver aquele caso esquecido no fundo dos arquivos.
Um "thriller" criminal realizado pelo dinamarquês Mikkel Nørgaard ("Klown"). O argumento, assinado por Nikolaj Arcel ("Um Caso Real"), baseia-se no "best-seller" homónimo de Jussi Adler-Olsen. 
PÚBLICO

PUB

Votos dos Leitores

Média da votação dos leitores, num total de 31 votos (carregue na posição pretendida para votar)

Votos dos Críticos

Não existem votos dos nossos críticos.

Envie-nos a sua crítica

Para submeter o seu comentário tem que ter javascript activo no seu browser.

Pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. Reservamo-nos o direito a não publicar quaisquer comentários inadequados ou ofensivos. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.

Críticas dos nossos leitores