Cinecartaz

José Miguel Costa

1 estrela

O macabro assassinato (com requintes de sórdida malvadez) da actriz Sharon Tate (a jovem mulher do aclamado Roman Polanski, grávida de 9 meses) e mais três amigos, em 8 de agosto de 1969, numa mansão de Hollywood, levado a cabo por fanáticos seguidores da seita do serial killer Charles Manson, continua a ser uma das histórias mais negras ocorrida na meca do cinema.
Por consequência, desde então para cá tem sido alvo de inúmeras e dispares abordagens cinematográficas (aguardando-se com especial expectativa a estreia do novo filme do Tarantino, no qual tal evento também é aflorado), motivo pelo qual o realizador Daniel Farrands em “O Espectro de Sharon Tate” opta por pegar na “coisa” de um modo mais “out”. Tenta parir uma espécie de triller de terror com pretensões pseudo-filosóficas (no qual “disserta sobre a inevitabilidade – ou não – do destino, e para o efeito centra o enredo nas premonições/visões que a actriz teve sobre o próprio assassinato).
Todavia, tanto quis ser diferente que… saiu bosta! De facto, o filme é simplesmente ridículo, “sem ponta por onde se lhe pegue” (e o casting também não o ajudou em nada)!

Publicada a 31-05-2019 por José Miguel Costa