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A Odisseia

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Aventura 172 min 2026 M/14 16/07/2026 EUA, GB

Título Original

Christopher Nolan – realizador de "Memento", "A Origem", "Interstellar", “Dunkirk”, "Tenet" ou “Oppenheimer” – assina a adaptação para o grande ecrã de um dos mais importantes poemas épicos da Grécia Antiga, totalmente filmada usando a nova tecnologia Imax. 
Escrito por volta de 700 a.C., considerado seminal no cânone da literatura ocidental e tradicionalmente atribuído a Homero, o poema épico da Grécia Antiga “A Odisseia” fala-nos de coragem e perseverança e acompanha as aventuras do grego Odisseu (Ulisses, na versão latina), rei de Ítaca que, após ter desaparecido em combate na Guerra de Tróia, tenta encontrar o caminho de volta a casa.

Mas parece que forças superiores tentaram evitar o seu regresso e depois de duas décadas ausente, durante as quais se viu forçado a enfrentar homens terríveis, ciclopes, sereias, tempestades e deuses irados, conseguiu finalmente regressar para Penélope – a mulher que, embora forçada a escolher um novo marido, nunca perdeu a esperança de ter Odisseu de volta – e de Telémaco, o filho de ambos. 

Matt Damon, Tom Holland, Robert Pattinson, Lupita Nyong'o, Charlize Theron, Zendaya, Benny Safdie, Jon Bernthal, John Leguizamo, Himesh Patel, Mia Goth, Will Yun Lee, Jimmy Gonzales, Elliot Page, Bill Irwin ou Samantha Morton, são alguns dos actores a figurar no elenco. PÚBLICO

Críticas Ípsilon

A “nolanização” de Homero — A Odisseia, de Christopher Nolan, é um filme desalmado

Luís Miguel Oliveira

A Odisseia é um filme cumprido com uma frieza profissional que torna muito difícil detectar alguma espécie de vínculo pessoal entre o autor e o universo que se propôs filmar.

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Sessões

Críticas dos leitores

Épico

Cláudio Batista

Para além da surpreendente performance do actor principal, o ritmo, fotografia e a angústia gerada no espectador a acompanhar Ulisses é genial.

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O que é, afinal, ser herói?

João Delicado

Fui ver "A Odisseia", de Christopher Nolan, com um pé atrás. As críticas que tinha lido baixaram bastante as minhas expectativas. Talvez por isso tenha saído da sala agradavelmente surpreendido. Não sei até que ponto o filme é fiel ao poema de Homero, mas a narrativa consegue entrelaçar de forma muito arguta a viagem de Ulisses e a do filho que parte à sua procura.

As cerca de três horas passaram sem custo e, no fim, fiquei com vontade de regressar ao texto de Homero e de conhecer melhor a mitologia grega. Só isso já me parece um mérito importante. Visualmente, o filme é de uma beleza impressionante. A fotografia transporta-nos para um mundo suspenso entre a História, o mito e o sonho. Mas foi sobretudo uma pergunta que me acompanhou durante toda a projeção: o que é, afinal, ser herói? Será aquele que vence grandes batalhas? Aquele que derrota monstros? Aquele que consegue regressar a casa? Aquele que é reconhecido pelos seus? Ou aquele que encontra a coragem de olhar para dentro, de reconhecer as consequências das suas escolhas e de aceitar que a verdadeira batalha acontece dentro de si próprio? É essa dimensão profundamente humana que, para mim, torna o Ulisses de Nolan tão interessante.

Sem revelar demasiado, há imagens que permanecem muito para além da sessão: o encontro com os mortos, que nos confronta com a responsabilidade perante aqueles que deixámos para trás; ou uma sequência memorável que questiona a fronteira entre humanidade e animalidade através da ideia das ‘máscaras’ com que nos apresentamos ao mundo.

Saí do cinema com a sensação de que a verdadeira viagem de Ulisses talvez nunca tenha sido apenas atravessar mares a combater inimigos e monstros. A maior odisseia é encontrar o caminho de volta a nós mesmos. E aceitar que, para esse regresso acontecer, há uma parte de quem fomos que terá inevitavelmente de ficar para trás.

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Odisseia

Catarina Silva

Épico.

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Excelente!

Ana Maria Burnier

Fui ver ao IMAX, e imagino que não seria a mesma coisa em outra tela. O filme é lindo, e não vi o tempo passar. Adorei!

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Épico Portentoso

Místico

Digam que o disseram, é uma adaptação do clássico de Homero para os nossos dias. Portentoso, por vezes arrebatador, mesmo que Nolan não aproveite toda a potencialidade do material original, é um dos melhores filmes do ano. Classificação: 4/5.

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A Odisseia

Darryl

Incredible movie, loved it!

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Um bom filme sobre a "Odisseia" de Homero

Paulo Lisboa

Fui ver o filme porque achei o argumento potencialmente interessante e porque gosto da "Odisseia" de Homero. Gostei do filme, é um filme que se vê bem. Tem uma boa realização, um bom naipe de actores com boas actuações e um argumento fiel à "Odisseia" de Homero. Estamos perante um bom filme sobre a "Odisseia" de Homero. Numa escala de 0 a 20 valores, dou 15 valores a este filme.

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Ulisses

António SCarvalho

"Parábola" sobre ou paráfrase do (actual) mal da guerra (no presente): imprescindível.

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NO LAN

António Gomes

O filme não é do Christopher Nolan, é do Christopher No Lan. Não há qualquer conexão Lan (Local Artistic Network).

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