Memórias de Uma Gueixa

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Drama 145 min 2005 M/12 26/01/2006

Título Original

Memoirs of a Geisha

Sinopse

Um pouco antes do início da II Guerra Mundial, uma rapariga japonesa é arrancada à sua miserável família para ir trabalhar como criada numa casa de gueixas. Apesar de vários obstáculos, ela cresce e transforma-se na lendária gueixa Sayuri. Bela e sedutora, Sayuri conquista os homens mais poderosos, mas é assombrada pelo fantasma de um amor secreto que não pode alcançar. "Memórias de uma Gueixa" é uma adaptação do romance "best-seller" homónimo de Arthur Golden, traduzido em 32 línguas e um sucesso mundial. Realizado por Rob Marshall ("Chicago"), o filme conta como protagonistas com Ziyi Zhang, Michelle Yeoh, e Gong Li. <p/>PUBLICO.PT

Realizado por

Rob Marshall

Elenco

Michelle Yeoh, Ken Watanabe, Ziyi Zang

Críticas Ípsilon

Memórias de Uma Gueixa

Mário Jorge Torres

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Tóquio em Hollywood

Jorge Mourinha

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Críticas dos leitores

Ana Pires

Comentário aos Óscares. Só vou comentar as categorias principais. Actor Secundário: Não ganhou o melhor. George Clooney tem capacidade de expressão dramática, mas o actor tem mais espaço do que a personagem. Contudo esta categoria não tinha grandes desempenhos. Mas, e sem ter visto a interpretação do William Hurt, preferia que tivessem ganho o Matt Dillon ou Jake Gyllenhaal. Actriz Secundária: Gostei do desempenho da Rachel Weisz, não vi a Amy Adams e a Frances Macdormand, a Catherine Keener tem um desempenho apenas regular e deveria ter ganho a Michelle Williams (a dor por que a sua personagem passa sente-se). Não ganhou a melhor. Montagem: Os meus parcos conhecimentos sobre o efeito da montagem num filme dizem-me que o prémio deveria ter sido entregue ao "Fiel Jardineiro" ou ao "Munique". Já passou muito tempo desde que vi o "Cinderella Man", já não me lembro do efeito da montagem no filme. Não ganhou o melhor.<BR/><BR/>Fotografia: Não vi o "Novo Mundo". Mas já tive oportunidade de ver excertos e o prémio deveria ter sido entregue ao "Novo Mundo" ou ao "Brokeback Mountain". Mais uma vez não ganhou o melhor. Banda Sonora: Eu também teria dado o prémio ao "Brokeback Mountain". Não sei se é a melhor banda sonora. Mas foi a que mais me tocou. Tem uma sonoridade nostálgica que eu adoro e entranha-se. E é comovente. Canção: Podia ter ganho qualquer uma, porque as três serviam perfeitamente os filmes a que pertenciam. Não se trata de apreciar música, mas sim de apreciar o efeito da música no filme.<BR/><BR/>Argumento Original: O argumento do "Colisão" é bom. Não vi o "The Squid and The Whale". O argumento do "Match Point" também é muito bom. Entre "Colisão" e "Match Point" não me consigo decidir. Suponho que ganhou um dos dois melhores. Argumento adaptado: Este prémio é para quem adapta melhor a história original para filme. Portanto, não é um prémio à história original (ao contrário do que sucede com o Argumento Original). Com esta lógica em mente o trabalho mais difícil estava na passagem de "Brokeback Mountain" literário para "Brokeback Mountain" cinematográfico. Ganhou o melhor trabalho de passagem de literatura para cinema.<BR/><BR/>Longa Metragem de Animação: Ganhou o pior dos filmes. "O Castelo Andante" é magnífico. Eu não gosto de cinema de animação e, contudo, o filme cativou-me por completo. É emocionante e comovente. "Wallace e Gromit" é frio, superficial, nada emotivo. "Corpse Bride" é mais uma prova do génio de Tim Burton. O prémio deveria ter ido para o "Castelo Andante". Filme estrangeiro: Só vi o "Feliz Natal" (medíocre). Não posso comentar esta categoria.<BR/><BR/>Documentário: Só vi a "Marcha dos Pinguins" (razoável). Não posso comentar esta categoria.<BR/><BR/>Atriz Principal: Gostei do desempenho da Reese Witherspoon. Mas gostei muito mais da Felicity Huffman. Não vi a Judi Dench e a Charlize Theron. Vi três desempenhos e o melhor dos três pertence à Felicity Huffman. Não ganhou a melhor.<BR/> <BR/>Actor Principal: Esta era a melhor categoria da noite. Não vi o Terrence Howard. Mas vi quatro desempenhos fantásticos de quatro actores fantásticos. Prefiro a interpretação do Heath Ledger, porque ele criou a personagem que me comoveu mais. Não vi o actor, vi a personagem. Li numa crítica na Internet o seguinte a próposito da sua personagem: "I conected with him as I have conected with characters in novels. I miss him". Aconteceu o mesmo comigo. No entanto, apesar de preferir o Heath Ledger, não posso dizer que a vitória do Philip Seymour Hoffman foi injusta. O desempenho dele é de facto de alto nível. <BR/><BR/>Realizador: Bom trabalho de todos os realizadores. Mas prefiro o Ang Lee pela subtileza, sensibilidade e contenção do seu trabalho. O Bennett Miller também me agradou pela sobriedade. Há algum histerismo nas realizações do Steven Spielberg e do Paul Haggis. Há frieza no trabalho do George Clooney e por isso "Boa Noite, e Boa Sorte" nunca aquece. E o cinema não é apenas estilo e estética, também é emoção. Ganhou o melhor.<BR/><BR/>Filme: Gostei do "Colisão". Mas gostei mais do "Capote". E gostei muito mais do "Brokeback Mountain". Há uma contradição no prémio: o argumento, a realização e as interpretações são a cabeça, a alma e o coração de um filme. O resto são os adornos. "Brokeback Mountain" ganhou o prémio de argumento (tal como "Colisão"), mas ganhou também o prémio de realização e teve mais nomeações nas categorias de interpretação (3) do que "Colisão" (1). "Brokeback Mountain" é um filme mais sensível, menos estereotipado, mais subtil, mais contido, mais elegante e até mais arrojado do que "Colisão". E sobretudo, é um filme que fica com o espectador. Porque não fica tudo explicado (como acontece em "Colisão", onde tudo tem um desfecho). "Brokeback Mountain" não termina. Fica na nossa cabeça, como uma admirável nostalgia. Deveria ter ganho "Brokeback Mountain".

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Ana Pires

Comentário aos Óscares. Só vou comentar as categorias principais. Actor Secundário: Não ganhou o melhor. George Clooney tem capacidade de expressão dramática, mas o actor tem mais espaço do que a personagem. Contudo esta categoria não tinha grandes desempenhos. Mas, e sem ter visto a interpretação do William Hurt, preferia que tivessem ganho o Matt Dillon ou Jake Gyllenhaal. Actriz Secundária: Gostei do desempenho da Rachel Weisz, não vi a Amy Adams e a Frances Macdormand, a Catherine Keener tem um desempenho apenas regular e deveria ter ganho a Michelle Williams (a dor por que a sua personagem passa sente-se). Não ganhou a melhor. Montagem: Os meus parcos conhecimentos sobre o efeito da montagem num filme dizem-me que o prémio deveria ter sido entregue ao "Fiel Jardineiro" ou ao "Munique". Já passou muito tempo desde que vi o "Cinderella Man", já não me lembro do efeito da montagem no filme. Não ganhou o melhor.<BR/><BR/>Fotografia: Não vi o "Novo Mundo". Mas já tive oportunidade de ver excertos e o prémio deveria ter sido entregue ao "Novo Mundo" ou ao "Brokeback Mountain". Mais uma vez não ganhou o melhor. Banda Sonora: Eu também teria dado o prémio ao "Brokeback Mountain". Não sei se é a melhor banda sonora. Mas foi a que mais me tocou. Tem uma sonoridade nostálgica que eu adoro e entranha-se. E é comovente. Canção: Podia ter ganho qualquer uma, porque as três serviam perfeitamente os filmes a que pertenciam. Não se trata de apreciar música, mas sim de apreciar o efeito da música no filme.<BR/><BR/>Argumento Original: O argumento do "Colisão" é bom. Não vi o "The Squid and The Whale". O argumento do "Match Point" também é muito bom. Entre "Colisão" e "Match Point" não me consigo decidir. Suponho que ganhou um dos dois melhores. Argumento adaptado: Este prémio é para quem adapta melhor a história original para filme. Portanto, não é um prémio à história original (ao contrário do que sucede com o Argumento Original). Com esta lógica em mente o trabalho mais difícil estava na passagem de "Brokeback Mountain" literário para "Brokeback Mountain" cinematográfico. Ganhou o melhor trabalho de passagem de literatura para cinema.<BR/><BR/>Longa Metragem de Animação: Ganhou o pior dos filmes. "O Castelo Andante" é magnífico. Eu não gosto de cinema de animação e, contudo, o filme cativou-me por completo. É emocionante e comovente. "Wallace e Gromit" é frio, superficial, nada emotivo. "Corpse Bride" é mais uma prova do génio de Tim Burton. O prémio deveria ter ido para o "Castelo Andante". Filme estrangeiro: Só vi o "Feliz Natal" (medíocre). Não posso comentar esta categoria.<BR/><BR/>Documentário: Só vi a "Marcha dos Pinguins" (razoável). Não posso comentar esta categoria.<BR/><BR/>Atriz Principal: Gostei do desempenho da Reese Witherspoon. Mas gostei muito mais da Felicity Huffman. Não vi a Judi Dench e a Charlize Theron. Vi três desempenhos e o melhor dos três pertence à Felicity Huffman. Não ganhou a melhor.<BR/> <BR/>Actor Principal: Esta era a melhor categoria da noite. Não vi o Terrence Howard. Mas vi quatro desempenhos fantásticos de quatro actores fantásticos. Prefiro a interpretação do Heath Ledger, porque ele criou a personagem que me comoveu mais. Não vi o actor, vi a personagem. Li numa crítica na Internet o seguinte a próposito da sua personagem: "I conected with him as I have conected with characters in novels. I miss him". Aconteceu o mesmo comigo. No entanto, apesar de preferir o Heath Ledger, não posso dizer que a vitória do Philip Seymour Hoffman foi injusta. O desempenho dele é de facto de alto nível. <BR/><BR/>Realizador: Bom trabalho de todos os realizadores. Mas prefiro o Ang Lee pela subtileza, sensibilidade e contenção do seu trabalho. O Bennett Miller também me agradou pela sobriedade. Há algum histerismo nas realizações do Steven Spielberg e do Paul Haggis. Há frieza no trabalho do George Clooney e por isso "Boa Noite, e Boa Sorte" nunca aquece. E o cinema não é apenas estilo e estética, também é emoção. Ganhou o melhor.<BR/><BR/>Filme: Gostei do "Colisão". Mas gostei mais do "Capote". E gostei muito mais do "Brokeback Mountain". Há uma contradição no prémio: o argumento, a realização e as interpretações são a cabeça, a alma e o coração de um filme. O resto são os adornos. "Brokeback Mountain" ganhou o prémio de argumento (tal como "Colisão"), mas ganhou também o prémio de realização e teve mais nomeações nas categorias de interpretação (3) do que "Colisão" (1). "Brokeback Mountain" é um filme mais sensível, menos estereotipado, mais subtil, mais contido, mais elegante e até mais arrojado do que "Colisão". E sobretudo, é um filme que fica com o espectador. Porque não fica tudo explicado (como acontece em "Colisão", onde tudo tem um desfecho). "Brokeback Mountain" não termina. Fica na nossa cabeça, como uma admirável nostalgia. Deveria ter ganho "Brokeback Mountain".

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lol

O filme é muito bom.

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Rita Almeida (http://cinerama.blogs.sapo.pt/)

Lamechas, aborrecido e previsível. Na sala cheguei a pensar que a minha irritação se devia apenas a não me ter conseguido abstrair durante quase todo o filme da respiração incomodativa do senhor que se sentou ao meu lado. Mas agora, no silêncio, a má impressão permanece. Eu já tinha visto o livro "Memórias de uma Gueixa" nas primeiras estantes das livrarias e nunca me senti seduzida por aquilo que me parecia uma leitura de Verão. Agora descubro que (ao contrário do que eu pensava quando estava a ver o filme) o autor é o americano Arthur Golden, que conta de ouvir dizer e que foi processado pela ex-gueixa de quem ele diz ter recolhido a informação para o livro. Este facto, aliado à produção hollywoodesca de Rob Marshall ("Chicago", 2002), justificam completamente a aura de falsidade que envolve este filme e que impede qualquer possibilidade de emoção.<BR/><BR/>Telegraficamente, "Memórias de uma Gueixa" conta a história de Chiyo (Suzuka Ohgo), a filha de um pobre pescador que, em 1929, é vendida para uma casa de gueixas (um género de animadoras sociais). "À la" Dickens, ela é objecto da crueldade da gueixa mais importante da casa, Hatsumomo (Gong Li), que a vê como uma futura rival. É ainda na infância que um encontro com um gentil homem de negócios (Ken Watanabe) irá fazê-la decidir pela vida de gueixa. Já adolescente, Chiyo (Zhang Ziyi) é amadrinhada por Mameha (Michelle Yeoh), que a baptiza de Sayuri e que lhe ensina a arte, pelos seus próprios motivos pessoais.<BR/><BR/>As personagens não têm profundidade psicológica, não há conflitos dramáticos que captem o nosso interesse, os diálogos são pobres e ridículos (a metáfora sexual da cobra e da gruta ainda me causa arrepios), e tudo em inglês. Deus nos livre que os americanos tenham alguma vez de ver um filme com legendas! Mas também, num elenco de chineses, malaios e japoneses, talvez o inglês fosse de facto o denominador comum. (Mais um ponto a acrescentar a esta fantasia ocidental de uma Cinderela asiática: todos os orientais são iguais!) E vemos grandes actores como Michelle Yeoh ("O Tigre e o Dragão"), Ken Watanabe ("Batman Begins")e Gong Li ("A Tríade de Xangai", "Hero") castrados numa das suas ferramentas essenciais, a palavra. Quando à protagonista Zhang Ziyi ("Hero", "O Segredo dos Punhais Voadores", "2046"), de indiscutível beleza, tem ainda muito para aprender no que à expressividade diz respeito, inclusivamente com a pequena Suzuka Ohgo, que faz o papel de Chiyo na infância.<BR/><BR/>Mas há que dar a mão à palmatória, Rob Marshall percebe de sumptuosidade. Por isso junta a bela fotografia de Dion Beebe, o design de produção de John Myhre, o guarda-roupa de Colleen Atwood e a música de John Williams. Mas nem só de técnica se faz um filme. E, sem essência, isto é só cosmética, que na manhã seguinte está colada à almofada. Nada disto soa a verdade. É apenas uma bonita mentira, para quem quiser acreditar. Se ao menos mentisse melhor... Nota: 4/10.

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Carlos Alberto Sousa

Não vem nenhum mal ao mundo passar-se um bocado a ver coisas bonitas, paisagens, mulheres, ambientes, argumentos, etc. Regra geral, quando um ocidental quer despertar alguma curiosidade, lá vai até Oriente. As coisas são diferentes, acontecem com outro ritmo, pelo menos no cinema, há sempre exotismo e muita curiosidade. E se encontrar um argumento destes melhor. No final, a nossa cultura geral fica um pouco mais preenchida, tudo está bem quando acaba em bem, e a actriz é na verdade muito bonita...

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anónimo de labúteS

Para quem não compreende o conceito de gueixa, este é sem dúvida o filme indicado para o fazer, sem falar no contexto histórico em que se enquadra. Consegue-se perceber o que é uma gueixa ao contrário do que muitos ocidentais pensam. E penso que irá quebrar muito o mito da gueixa, mas também originará uma nova "magia" em seu redor. Perde um pouco pelo facto de acabar de uma forma ocidentalizada (contudo, ainda não li o livro...). Mas fora estas questões tecnicistas, é sem dúvida (pelo menos para mim) um excelente filme.

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ANTI-MATRIX

O filme ate é bom, foi filmado no Japão com cenários orientais muito bonitos e de repente uma coisa estragou todo o filme. As actrizes so falam inglês e isto estragou todo o filme. Ainda por cima, as actrizes são chinesas em vez de serem japonesas. É mesmo ridículo. É como se num filme português os actores falassem chinês em vez de português. Ridículo.

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Joana Veiga

Para quem leu o livro, este filme peca por vários motivos. Forma a mais e conteúdo a menos. As minhas expectativas eram extremamente elevadas para a corporização de um livro já de si tão rico em metáforas e descritivos que nos deixa criar o filme todo na nossa cabeça. Logo à partida, a tarefa não era fácil. Claro que temos de ter em conta quem faz e quem produz, quem adapta e quem é o público prioritário desta peça. Não é de certeza quem devorou todas as páginas do livro ou quem gosta do estilo e cultura japonesas e diversifica para autores, designers, arquitectos ou fotógrafos "de gema". Ainda maior falha é ter as personagens a falar inglês. Não há música nos diálogos. Não conseguimos desligar da "sombra" americana que paira no filme.<BR/><BR/>Não vou falar sobre a estrutura do filme porque aborrece-me fazê-lo. Concordando com outra crítica, transformaram o meu livro numa telenovela. De qualquer maneira, não se poderá negar todo o aparato de produção e fotografia, apesar de ser esse mesmo o calcanhar de Aquiles para um público conhecedor e exigente: soa demasiado a falso.

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Vanda Carreiro

Podia pegar em 1500 defeitos que possa, ou não, ter encontrado no filme. Não o vou fazer. Interessa-me sim salientar o facto de ainda se conseguirem trazer à tona épocas, vivências, rituais e culturas. Neste caso em particular enaltece-se a japonesa, como em tempos se enalteceu a escocesa, a inglesa ou até mesmo a cultura Índia Americana. Deste ponto de vista, temos sim, um filme lindíssimo. Imagem feminina de Geisha excelentemente bem retratada. Honra e Cultura bem retratados, fotografia bonita q.b., rituais pormenorizados para quem os entende.<BR/><BR/>Temos um filme baseado na vida de alguém que vive de (e para) uma cultura. Por esta mesma razão não vamos querer fugir com a acção para algo extra no qual ela(a Geisha) não seja. Um filme para quem o entende. A todos os amantes do Japão aconselho vivamente.

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Victor Pinto

Que bela ideia a de mostrar a exuberância do mundo das "acompanhantes" japonesas dos anos 30/40. Mostrar a sua sensualidade cinematográfica, os seus cenários dignos dos mais cobiçados vasos Ming e uma cena de dança com uma coreografia "à la" Imperador e, ao mesmo tempo contar uma história de amor em tempos de guerra e mudanças na roda da fortuna das personagens. Tudo isto poderia ter resultado muito bem se (e aqui um grande "se") não pusessem aquela gente toda, de aspecto e ambiente definitivamente asiáticos, a falarem um inglês tão despropositado, tão afrangalhado e tão virado para "idiota americano ver" que até enerva! Vendo e ouvindo este filme, parece que estamos a experienciar duas realidades completamente diferentes! Senhores espectadores, se estiverem tentados a ver este filme, aconselho-vos vivamente a levarem o ipod para a sala de cinema...

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