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Críticas dos nossos leitores

Críticas dos nossos críticos

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    Vasco Câmara
    Torre Bela

    Torre Bela

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    Jorge Mourinha
    Muito Bem, Obrigado

    Muito Bem, Obrigado

    Uma pequena surpresa, esta segunda longa-metragem da realizadora e argumentista francesa Emmanuelle Cuau (que colaborou, por exemplo, com Jacques Rivette) é uma espécie de anti-"Sicko": onde o documentário de Michael Moore eleva aos píncaros o serviço nacional de saúde francês, "Muito Bem, Obrigado" descreve-o - e aos restantes serviços públicos franceses - como um burocrático labirinto kafkiano que dá aplicação prática à expressão "efeito borboleta". (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Golpe Quase Perfeito

    Golpe Quase Perfeito

    Clifford Irving foi o autor de uma das maiores fraudes literárias do século passado, quando inventou (e vendeu bem vendida) uma suposta autobiografia de Howard Hughes. A graça é que pouco tempo antes Irving tinha aparecido no "F for Fake" de Welles a discursar sobre falsários (tinha escrito sobre Elmyr de Hory, o célebre pintor-intrujão). (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Evan, O Todo Poderoso

    Evan, O Todo Poderoso

    O "Virgem aos 40 Anos" Steve Carell retoma o seu papel secundário do lamentável "Bruce, o Todo- Poderoso" para uma espécie de sequela ainda mais lamentável que o original - onde antes tínhamos Jim Carrey como jornalista televisivo a fazer de Deus por uns tempos, agora temos um jornalista televisivo eleito para congressista que Deus (Morgan Freeman a pagar as contas) acaba por levar a construir uma nova arca de Noé em preparação para um dilúvio local. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Vitus

    Vitus

    Esta história das atribulações de uma criança-prodígio que aos seis anos já explica o aquecimento global aos colegas de infantário e aos doze é um pianista fulgurante que domina a Bolsa mas sonha em ser um miúdo normal podia ser um óptimo filme para toda a família. Podia, mas não é: porque Fredi M. Murer evita inteligentemente as lamechices subjacentes, mas acumula tramas laterais que sobrecarregam desnecessariamente o filme (até em termos de duração). (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Vitus

    Vitus

    É o primeiro filme do veterano suíço Fredi M. Murer (nasceu em 1940, filma desde os anos 60) a estrear-se comercialmente em Portugal. A acreditar no que algumas pessoas dizem de alguns filmes seus (por exemplo de "Hohenfeuer", de 1985), haverá bastante melhor na sua obra do que "Vitus". Por outro lado, há certamente bastante pior em exibição actualmente. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Jindabyne

    O sapo e o escorpião

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    Luís Miguel Oliveira
    Jindabyne

    Jindabyne

    Nada de fundamentalmente errado com esta adaptação australiana de uma história de Raymond Carver ( já filmada, com outra desfaçatez, por Robert Altman, num dos segmentos de "Short Cuts"), que Ray Lawrence dirige com segurança académica num ritmo a que se chamaria "falso lento" se a expressão não estivesse conotada com o jargão futebolístico. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Dia de Surf

    Dia de Surf

    Pinguins surfistas? Não é mais descabido do que pinguins que cantam e dançam, com a vantagem de que "Dia de Surf ", falso documentário (!) em animação digital sobre a ascensão de um puto pinguim sonhador à elite do surf pinguim (!!), é infinitamente melhor do que "Happy Feet": divertido, despretensioso, tecnicamente irrepreensível, com uma "arma secreta" na versão original que é a voz de Jeff Bridges no papel de um sábio pinguim zen (!!!). (leia no Ípsilon)

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    Mário Jorge Torres
    Bug

    Bug

    William Friedkin, um dos nomes grandes da década de 70, "ressuscita" com "Bug", um fortíssimo ensaio sobre a teoria da conspiração, a lembrar o cinema excessivo e provocatório de um Samuel Fuller, por exemplo. (leia no Ípsilon)