Cinecartaz

Raul Gomes

Um filme de e para Ethan Hawke

Num a das suas melhores interpretações. O filme vale por ele, bem acompanhado por Noomi Rapace. Como no filme, Hawke cria-nos um síndrome de Estocolmo só pela sua perfomance, a que nos sujeita durante hora e meia, definindo o nosso estado psicológico de admiração e empatia.
Um filme para não esquecer, sobretudo para quem sabia o significado, mas não como ele se processou.

Publicada a 13-08-2019 por Raul Gomes