Ruben Östlund é um dos realizadores mais interessantes da atualidade. Sempre a atuar no domínio do "ser" humano e da sua psique. Pensar que "O Quadrado" é sobre arte contemporânea é passar completamente ao lado do filme. Pena alguma duração excessiva e aqui e ali o recurso a lugares um pouco comuns. Ainda assim, muito acima da média.
Miguel Ferreira