Sabendo à partida que não teria muita matéria para um filme que retrata de facto um facto que na altura correu mundo e cuja atenção se focou justamente no capitão do avião que “amarou” em pleno rio Hudson, decisão que fez com os 155 passageiros se salvassem, o realizador pega na matéria em causa de forma inteligente.
É óbvio que para o sucesso do filme conta também uma interpretação fabulosa da Tom Hanks coadjuvada por mais uma interpretação discreta mas segura de Laura Linney.
Para o “menos sucesso” de que eventualmente filme possa ser acusado, fica sem se saber muito bem qual o destino do controlador aéreo e sobretudo um final abrupto de uma comissão de inquérito que, conduzindo o espetador ao suspense da decisão final, acaba de uma forma demasiada simplista. Talvez quem sabe, pelo frio de Janeiro. Sim porque se fosse em Julho seria quem sabe diferente.
Palavra final para a ficha técnica que nos brinda com imagens reais do que será um encontro dos envolvidos no incidente.
É óbvio que para o sucesso do filme conta também uma interpretação fabulosa da Tom Hanks coadjuvada por mais uma interpretação discreta mas segura de Laura Linney.
Para o “menos sucesso” de que eventualmente filme possa ser acusado, fica sem se saber muito bem qual o destino do controlador aéreo e sobretudo um final abrupto de uma comissão de inquérito que, conduzindo o espetador ao suspense da decisão final, acaba de uma forma demasiada simplista. Talvez quem sabe, pelo frio de Janeiro. Sim porque se fosse em Julho seria quem sabe diferente.
Palavra final para a ficha técnica que nos brinda com imagens reais do que será um encontro dos envolvidos no incidente.