Não ligo o cidadão Eastwood ao cineasta Eastwood, embora saiba que não existe cinema bacteriologicamente puro.
Eastwood é o que é: é uma lenda viva do cinema clássico.
Rigor, apropriados ângulos de filmagens, actores principais excelentes, uma bela condução da história, uso do flash-back com sabedoria para tornar a história escorreita -uma lição de cinema.
É evidente que esta história encaixa no imaginário americano: a luta pela vida, a mensagem calvinista subjacente, a preocupação pelo próximo - se preciso procuram-se os limites.
Não é fantástico que, em Janeiro(baixas temperaturas, vento,neve), em Nova Iorque, o piloto de um avião comercial, repito comercial, aterre de emergência no rio Hudson, emergência esta comprovada pela comissão de inquérito, e salve a vida de 150 pessoas? Se isto não é fantástico, o que é fantástico nesta vida? Não vale uma versão cinematográfica?
Longa vida a Eastwood.
Eastwood é o que é: é uma lenda viva do cinema clássico.
Rigor, apropriados ângulos de filmagens, actores principais excelentes, uma bela condução da história, uso do flash-back com sabedoria para tornar a história escorreita -uma lição de cinema.
É evidente que esta história encaixa no imaginário americano: a luta pela vida, a mensagem calvinista subjacente, a preocupação pelo próximo - se preciso procuram-se os limites.
Não é fantástico que, em Janeiro(baixas temperaturas, vento,neve), em Nova Iorque, o piloto de um avião comercial, repito comercial, aterre de emergência no rio Hudson, emergência esta comprovada pela comissão de inquérito, e salve a vida de 150 pessoas? Se isto não é fantástico, o que é fantástico nesta vida? Não vale uma versão cinematográfica?
Longa vida a Eastwood.