Cinecartaz

António Lourenço

Por Falar de Amor

Filme manipulador, em que tudo está previsto. Impinge-nos uma pseudo-artista plástica, gestual que pinta grandes manchas de litros de tinta com uma esfregona. Pintura? Mas de paredes e cochinha. Faz pena ver uma grande atriz, (excelente em Camile Claudel) sujeitar-se a tal papel. Quanto ao alcoólico (caché), que faz de coitadinho e no fim se regenera de litros de Vodka, é muito triste a falta de dignidade em tudo! Bola preta para este produto.

Publicada a 19-06-2014 por António Lourenço