Cinecartaz

José Farinha

Locke

Eis um filme que é um livro, uma peça radiofónica, uma peça de teatro, uma exposição e um grande filme. Um filme invulgar que ultrapassa todos os outros pela esquerda. Recomendo vivamente. Afinal, para se fazer uma grande obra não são necessários grandes meios, nem pirotecnia, nem subsídios. Afinal, basta talento. Irá o cinema português aproveitar o exemplo? Fazia-lhe bem.

Publicada a 12-07-2014 por José Farinha