Foi com agradável espanto, e sem qualquer presunção, que me comovi verdadeiramente ao ver debatido de forma fiel e emotiva, mas sem roçar o sentimentalóide, uma temática tão contemporânea que apraz a cada um de nós avaliar e opinar. Houve momentos em que eu mesma, defensora acérrima de uma assistência condigna à morte assistida, desejava e questionava para a personagem um final diferente: viver. Quanto mais não seja serviu e servirá para debater esta problemática da nossa sociedade. Afinal, a ciência prolonga-nos a vida e existência... mas a que preço!
Ana