A perda, o vazio que fica quando alguém morre, o corpo anestesiado pela dor. Os objectos, as memórias e as possibilidades interrompidas, um território de fantasmas mas que também pode ser imensamente libertador.
Um filme que rejeita a narrativa tradicional e constrói-se a partir de "imagens, sons e sensações", como descreve o realizador Sandro Aguilar, que se estreia com "A Zona" nas longas-metragens.PÚBLICO
"A Zona" coloca o espectador, com intenso cuidado, no que vem depois dos destroços do cinema narrativo. Pede-lhe sentido de aventura. Vamos ser novos espectadores?