Jennifer Marsh é uma agente especial que pertence à divisão de cibercrime do FBI, dedicada à investigação de criminosos na Internet, desde ''hackers'', a pedófilos ou outros criminosos que usam a rede com fins fraudulentos. Jennifer pensava já ter visto tudo... até agora.
Um predador cibernético começa a utilizar a Internet para publicar imagens das torturas que inflige às suas vítimas e coloca o destino dos prisioneiros nas mãos dos espectadores. Quanto maior for o número de visitas ao site, mais rapidamente morre a vítima. O FBI tenta a todo o custo localizar a origem do site, numa corrida contra o tempo e contra a perícia deste atormentado génio informático. A perseguição rapidamente se transforma num jogo do gato e do rato com Jennifer e a sua equipa a serem apanhados na rede do criminoso.PÚBLICO
É reconfortante ver que ainda se podem fazer séries B à moda antiga, eficazes, despachadas, sem outras ambições que não ser hora e meia de emoções mais ou menos fortes. O que torna "Indetectável" mais interessante, contudo, é o modo como aplica a sua fórmula policial mais que experimentada - agente do FBI viúva e com uma filha pequena embarca numa investigação que se começa a aproximar demasiado da sua casa - aos tempos modernos, e a reflexão que o filme lança quase como quem não quer a coisa.