Crescemos todos a rir-nos com ele: o agente Maxwell Smart e a sua habilidosa falta de talento para a espionagem e a sua sedutora, divertida e muito mais jeitosa colega, a agente 99. Max regressa aos ecrãs, agora com o actor Steve Carrel a vestir o fato e Anne Hathaway a calçar os saltos altos da agente 99.
Smart tem como missão contrariar a última tentativa de dominação mundial, perpetrada pelo sindicato do crime conhecido como KAOS.
Quando a sede da agência CONTROL é atacada e a identidade dos seus agentes comprometida, o Chefe (Alan Arkin) não tem outra escolha a não ser promover Maxwell Smart, que sempre sonhou trabalhar com o famoso agente 23 (Dwayne Johnson, mais conhecido como "The Rock", estrela do "wrestling").
No entanto, Smart vai ser parceiro do único agente cuja identidade não foi comprometida: a encantadora mas letal veterana agente 99.
Cada vez mais próximos da KAOS, Smart e 99 descobrem que o colaborador Siegfried (Terence Stamp) e o seu assistente Shtarker estão a planear ganhar dinheiro com a sua rede de terror. Com a sua pouca experiência de campo, Smart - armado apenas com alguns "gadgets" e o seu entusiasmo desenfreado - terá de conseguir derrotar a KAOS se quiser salvar o dia. PÚBLICO
É provável que - apesar da RTP Memória - a maior parte dos espectadores contemporâneos não tenha memória do "Olho Vivo" original, a série de comédia que Mel Brooks e Buck Henry inventaram em 1965 sobre um agente secreto desastrado (Don Adams). Também não é grave, porque esta "reinvenção" da série para os nossos dias como uma banal comédia de acção (que transforma Maxwell Smart num analista de excepção que uma ameaça à agência super-secreta CONTROL atira para o terreno) não implica que se conheça o original.
Para quem se lembra da série, é com grande agrado que vemos este filme. A música, as trapalhices do agente, a sedutora e inteligente companheira 99, a perseguição divertida dos vilões, etc. Um filme para ver, relaxar e rir!