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Os Belos Dias de Aranjuez

Título original:
Les Beaux Jours d'Aranjuez
De:
Wim Wenders
Com:
Reda Kateb, Sophie Semin, Jens Harzer, Nick Cave
Género:
Drama
Outros dados:
POR/ALE/FRA, 2016, Cores, 97 min.

Um homem e uma mulher lançam um jogo de diálogos, colocam problemas numa colina com Paris em fundo, o amor e o sexo, eles contra elas e vice-versa, um ajuste de contas. O reencontro entre Wim Wenders e Peter Handke – quase três décadas depois de As Asas do Desejo, e mais de quatro décadas depois de A Angústia do Guarda-Redes no Momento do Penalty – faz-se em 3D. Espectáculo nada novo rico – as propriedades tridimensionais do texto de Handke são potenciadas –, tudo puro assombro. Wenders persegue há anos um lugar que, na profusão de imagens e de sons, seja a reserva moral do cinema – onde ele pode resistir com as suas histórias. Falou sobre isso com os filmes, falhou muitas vezes esse lugar com os filmes. Em Os Belos Dias de Aranjuez não fala, apesar de ser um filme falado. Experimenta o lugar. Faz-nos entrar nele, o espectáculo é vibrante, sensual. Vasco Câmara (PÚBLICO)

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