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Críticas dos nossos leitores

Críticas dos nossos críticos

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    Luís Miguel Oliveira
    O Acto de Matar

    O pequeno teatro do assassino em massa

    Membros de “esquadrões da morte” na Indonésia de Suharto reconstituem, numa mascarada demente, as cenas de tortura e assassinato em que estiveram envolvidos. É uma pantomima diabólica. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Jovem e Bela

    A adolescente

    Uma história de iniciação sexual conciliando delicadeza e desaforo, vitalismo e sombra. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    O Que a Maisie Sabe

    O Que a Maisie Sabe

    Transpor para os nossos dias uma história de Henry James não parece uma grande ideia no papel, daí que ver a dupla Scott McGehee/David Siegel acertar na mouche, com esta adaptação do romance de 1897 s (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    Borgman - O Mal-Intencionado

    Borgman - O Mal-Intencionado

    Borgman é um sem-abrigo que chega a uma área residencial da classe média e toca à campainha de uma das casas. Pouco a pouco, ganha poder sobre a família que o acolheu, depois de ter pedido para tomar  (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    A Dois Passos do Estrelato

    A Dois Passos do Estrelato

    A Dois Passos do Estrelato é a “versão 2014” de À Procura de Sugar Man: o documentário simpático, entusiasmado, “de fã”, que chama a atenção para a carreira ignorada de uma fig (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Grand Budapest Hotel

    O coleccionador

    Wes desenha, adorna, rebusca, e se calhar perde-se nesse processo. (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    Grand Budapest Hotel

    Grand Budapest Hotel

    Talvez seja o mais claustrofóbico dos filmes de Wes Anderson. Já sem espaço para a durée, o cinema foi ocupado pelo grafismo do sketch - cenas que se encavalitam, actores com tempo apenas para o seu & (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Noé

    Noé

    Darren Aronofsky não é um tipo desprovido de talento, mas aqui espalha-se ao comprido. Fantasia bíblica ambiciosa (e onerosa), representa o encontro, nada inédito em Aronofsky, entre um desejo de gran (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Noé

    Noé

    Darren Aronofsky sempre teve queda para a metafísica e para o misticismo, pelo que não é surpresa vê-lo a atirar-se a uma leitura revisionista da história da Arca de Noé. A surpresa é que Noé acabe po (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    Sei Lá

    Sei Lá

    A adaptação do livro de Margarida Rebelo Pinto 15 anos depois da publicação do bestseller diz-nos algo sobre nós, hoje: o que fomos no passado ainda é o nosso presente. Há uma malaise no escapismo de  (leia no Ípsilon)