Cinecartaz

Críticas dos nossos leitores

  • António
    Que Mal Fiz Eu a Deus?

    Que Mal Fiz Eu a Deus?

    Levem muitos lenços pois vão precisar deles de tanto rir.

  • Henrique Pinto
    Planeta dos Macacos: A Revolta

    Bom filme

    Gostei muito deste filme e os realizadores estão de parabéns.

  • Paulo Lisboa
    A Temporada do Rinoceronte

    Não é grande coisa

    Fui ver o filme porque achei o argumento potencialmente interessante e porque queria ver como o real (continuar a ler)

  • Paulo Lisboa
    Na Terceira Pessoa

    Desilusão!

    Fui ver o filme porque o argumento me pareceu interessante e porque havia um bom naipe de actores. O (continuar a ler)

  • JOSÉ MIGUEL COSTA
    Night Moves

    3 estrelas

    Kelly Reichardt é idolatrada por grande parte da crítica especializada, os seus anteriores (continuar a ler)

  • GuEdeS
    Ruas Rivais

    Ruas Rivais

    Aposto em que o filme vais ser muito bom mas a sessao do dia 30 de julho é muito tarde.

  • Bruno
    A Thousand Times Good Night

    Um tapa na cara da sociedade

    Esse filme, além de ter uma das mais belas fotografias da história do cinema, é um ba (continuar a ler)

  • MF
    A Emigrante

    A literatura e o cinema

    O "sonho americano" não é um conto de fadas, diz LMO no "íplison" (continuar a ler)

  • David Barata
    Na Terceira Pessoa

    Surpresa

    Uma surpresa tremendamente agradável. Um grande filme. Que retém, que ignora tabus, que as (continuar a ler)

  • Sarkirssian
    Planeta dos Macacos: A Revolta

    Não

    Muita fantasia... os macacos nem se movem ou têm expressões faciais assim... mau demais... (continuar a ler)

Críticas dos nossos críticos

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Luís Miguel Oliveira
    Um Castelo em Itália

    A graça de Valeria

    Valeria Bruni-Tedeschi tem quase sempre graça como actriz, e mesmo nos filmes que dirige (este é o terceiro) é o ar dessa sua graça que mais vale a pena. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Jorge Mourinha
    O Fim do Outono

    Meninas casadoiras e meninos reguilas

    Que o mestre japonês Yasujiro Ozu se tenha tornado na nova coqueluche cinéfila portuguesa, com mais três filmes em versões restauradas a chegar a sala um ano depois do sucesso inesperado de Viagem a Tóquio e O Gosto do Saké, é tão surpreendente quanto justo, até porque o seu cinema raramente havia chegado ao circuito tradicional de exibição. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Vasco Câmara
    A Emigrante

    Um filme sem drama

    Depois de alguns momentos eufóricos – We Own the Night, por exemplo, é isso - o cinema de James Gray parece ter recolhido: A Emigrante é um filme-escola. É um filme-homenagem. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Luís Miguel Oliveira
    Snowpiercer - Expresso do Amanhã

    Não se salvam mais do que as boas intenções

    Bong Joon-Ho não é o primeiro a saltar para dentro da “grande indústria” sem salvar muito mais do que as intenções que levava. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Luís Miguel Oliveira
    Ciúme

    Os que escolhem sofrer a vida

    Depois de Os Amantes Regulares - parece que foi ontem mas já lá vão dez anos - Philipe Garrel quase, quase se tornou ele mesmo um “regular” da distribuição portuguesa. Dos três que se seguiram por cá vimos A Fronteira da Alvorada, por cá não vimos “Un Été Brulant”, e por cá vemos agora Ciúme, título que no original leva artigo definido (La Jalousie: não é portanto um ciúme qualquer, é “o ciúme”, todo o ciúme). (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Jorge Mourinha
    Belém

    Pais e filhos

    É inevitável olhar para Belém em paralelo com Omar, de Hany Abu-Assad, estreado há duas semanas: são obras que têm um olhar comum sobre o conflito israelo-palestiniano, visto “por dentro” e sob a forma de filme de género, centradas num jovem palestiniano “entalado” entre a espada da pressão israelita para informar nos seus compatriotas e a parede da pressão palestiniana para honrar a luta contra a ocupação. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Jorge Mourinha
    Ida

    Ida, entre o espírito e a carne

    Uma das pequenas boas surpresas que por vezes aparecem pelo meio de mapas de estreia interminavelmente carregados de lançamentos só para tapar buracos, Ida é uma miniatura modesta e inteligentíssima, sobre o “despertar” para a vida (por muito “banal” que a descrição seja) de uma jovem noviça na Polónia comunista de 1962. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Luís Miguel Oliveira
    A Emigrante

    Um espelho quebrado

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Jorge Mourinha
    Omar

    Fatalismo ao sol de Gaza

    Depois do êxito global de O Paraíso, Agora! (2005), o palestiniano Hany Abu-Assad deixou-se seduzir por uma complicada experiência em Hollywood que deixou sequelas: o “regresso a casa” de Omar enquadra o conflito israelo-palestiniano num prisma de filme policial, com um herói titular apanhado numa engrenagem de traições que o ultrapassa, forçado a descobrir por si próprio quem o entalou entre a espada e a parede. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Jorge Mourinha
    Snowpiercer - Expresso do Amanhã

    #occupy o comboio

    Era uma questão de tempo até os cineastas da recente nova geração coreana se deixarem seduzir pelo mercado internacional – e se, de Kim Jee-woon a dirigir Arnold Schwarzenegger em O Último Desafio ninguém se lembrará, Bong Joon-ho (ele dos excelentes The Host – A Criatura, 2006, e Mother – Uma Força Única, 2009) evita à tangente esse destino. (leia no Ípsilon)