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Críticas dos nossos leitores

Críticas dos nossos críticos

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    Jorge Mourinha
    Mr. Turner

    Retrato do artista enquanto urso

    Costuma dizer-se de alguém que está a fazer “figura de urso” quando se está a comportar de modo estranho ou caricato ou excêntrico. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    3 Corações

    O Amor é cardíaco

    Há uma boa razão para que cineastas como Ernst Lubitsch ou Leo McCarey tenham sido capazes da mais genial comédia como do mais abissal melodrama: é que é tudo, na grande escala das coisas, mais ou menos o mesmo, e não há quiproquó amoroso que não possa ser contado ora como fonte de riso ora como fonte de angústia. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Exodus: Deuses e Reis

    Ridley, não nos tortures mais!

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    Luís Miguel Oliveira
    Mapas Para as Estrelas + Uma Noite na Praia

    Cronenberg dilui-se

    Desde que passou a filmar o “invisível”, e invertendo as premissas de boa parte da sua obra (“I have to make the word be flesh”) a fazer da carne palavra em vez de da palavra carne, o melhor filme de Cronenberg é aquele que lida directamente com este cruzamento entre “carne” e “palavras”, e a sublimação de uma pelas outras: Um Método Perigoso, a sua tragicomédia psicanalítica. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Carvão Negro, Gelo Fino

    Exercício de género

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    Luís Miguel Oliveira
    Água Prateada - Um Auto-Retrato da Síria

    Um filme youtube que chora pela Síria

    Ossama Mohamed é um realizador sírio exilado em Paris desde 2011. Wiam Simav Bedirxan – “simav” significa “água prateada” – é uma professora da cidade de Homs que, quando a guerra civil síria chegou à sua cidade, compelida a documentar o sofrimento que testemunhava, entrou em contacto com Mohamed, pedindo-lhe conselhos sobre o que filmar e como filmar. (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    Mamã

    Tour de force

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    Jorge Mourinha
    Variações de Casanova

    Ah quanto pós-modernismo

    Mesmo não sendo particularmente original, a ideia que subjaz à mais recente produção de prestígio de Paulo Branco nem é desprovida de interesse, mas fica resumida com mais elegância e inteligência no título do filme do que ao longo das suas duas horas: desmultiplicar as aventuras do sedutor veneziano num jogo de espelhos e identidades que flutua entre verdade e mentira, representação e identidade, presente e passado, teatro e ópera, sublinhando a ideia de Casanova como uma espécie de Scheherzade que sobrevive através das histórias que vai contando. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Boyhood: Momentos de Uma Vida

    Encapsular o tempo

    O projecto é singular e vale para além dos seus pressupostos, feito com uma doçura e uma inteligência que nunca deixam o filme esgotar-se no simples exibicionismo duma ideia (quase “teórica”). (leia no Ípsilon)

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    José Marmeleira
    Chaplin Hoje

    Ele é do nosso tempo