Cinecartaz

Críticas dos nossos leitores

Críticas dos nossos críticos

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Vasco Câmara
    A Vingança de Michael Kohlhaas

    A sinfonia mil vezes tocada do vingador

    Heinrich von Kleist – poeta, romancista (1777-1811) – e cinema “dá” Eric Rohmer: o frémito que sussurra em cada plano de A Marquesa d’O (1976), em que o melodrama operático (como no Senso, de Visconti) respira no interior da teatralidade mais descarnada (como no Amor de Perdição, de Oliveira). Esse filme era e ainda é uma felicidade para o espectador. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Luís Miguel Oliveira
    Samba

    Os imigrantes nossos amigos

    Olivier Nakache e Eric Toledano foram os realizadores de Amigos Improvavéis, grande sucesso do cinema francês recente, sobre a amizade entre um milionário francês e um imigrante senegalês. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Luís Miguel Oliveira
    Um Grande Salto

    Comédia pouco suicida

    Nick Hornby até teve sorte com as adaptações cinematográficas dos seus livros, como mostram o Alta Fidelidade de Stephen Frears (ainda o melhor tratado sobre a relação entre a melomania “pop” e a neurose) ou o surpreendentemente delicado Era uma vez um Rapaz dirigido pelos irmãos Paul e Chris Weitz. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Jorge Mourinha
    Cake - Um Sopro de Vida

    O choradinho da burguesa infeliz

    Muito se falou de Um Sopro de Vida à beirinha dos Óscares devido ao que seria uma interpretação que nos faria ver Jennifer Aniston a outra luz e que a tornaria numa das candidatas óbvias ao prémio de melhor actriz. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Jorge Mourinha
    As Vozes

    Esquizofrenia

    O que é que Marjane Satrapi anda a fazer? Ao certo, ao certo, sabemos que ela não quer fazer outro Persépolis (2007), e isso só lhe fica bem. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Jorge Mourinha
    Elsa e Fred

    Velhos só os trapos

    Sem reservas, Elsa & Fred é um mau filme - filmado de modo indiferente, montado às três pancadas, feito com um amadorismo algo desastrado que não esperaríamos de Michael Radford, o veterano britânico cuja coroa de glória continua a ser O Carteiro de Pablo Neruda (1994). (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Luís Miguel Oliveira
    O País das Maravilhas

    O espectáculo da natureza

    Ainda sem sabermos que família protagonista de O País das Maravilhas se dedica à apicultura já estamos a pensar em abelhas ou, vá lá, em insectos: aqueles planos iniciais, os faróis de um automóvel a iluminarem a noite e a sugerirem um bicho alado, suspenso no ar. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Jorge Mourinha
    As Asas do Vento

    Animação suspensa

    Já desesperávamos de ver em sala o último filme do mestre japonês da animação Hayao Miyazaki — e último, aqui, não significa apenas “mais recente”, significa mesmo “último”, já que o cineasta anunciou publicamente a sua “reforma”, deixando As Asas do Vento como “testamento” cinematográfico. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Jorge Mourinha
    Os Combatentes

    A descoberta do mundo

    É o melhor primeiro filme que vimos vindo de França em muito tempo: fugindo à tendência existencialista e introvertida do cinema de autor, filmado à luz solar do fim do verão costeiro e ambientado maioritariamente em exteriores, Os Combatentes subverte ao mesmo tempo as regras da comédia romântica e da história de adolescentes à beira de entrarem na idade adulta. (leia no Ípsilon)

    • 0 Estrelas
    • 1 Estrela
    • 2 Estrelas
    • 3 Estrelas
    • 4 Estrelas
    • 5 Estrelas

    Luís Miguel Oliveira
    Cake - Um Sopro de Vida

    O inevitável caso da vida

    Apesar de uma filmografia onde escasseiam os títulos realmente importantes, Jennifer Aniston já mostrou que é uma actriz que se pode levar a sério — assim do pé para a mão lembramo-nos de É Agora ou Nunca, de Miguel Arteta, e de Separados de Fresco, de Peyton Reed. (leia no Ípsilon)