Cinecartaz

Críticas dos nossos leitores

  • Simões
    Paixões Unidas

    Mais uma fífia da FIFA...

    A "esmola" de 20 milhões de euros dada de bandeja aos produtores do filme, para al (continuar a ler)

  • António
    Yves Saint-Laurent

    Excelente filme

    Filme muito bonito. Bravo.

  • Benedita
    A Culpa É das Estrelas

    A culpa é das estrelas

    O título refere-se ao champanhe que foi comparado a estrelas... E foi depois de eles terem bebi (continuar a ler)

  • Frederico Daniel aka Os Filmes de Frederico Daniel
    A Minha Namorada Tem Amnésia

    4*

    Gostei bastante do que vi.

  • Bruno
    No Limite do Amanhã

    Critica à critica ao critico part 2

    "Pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. Reservamo-nos o direito (continuar a ler)

  • Ana
    Yves Saint-Laurent

    Brilhante

    Uma interpretação muito bem conseguida tanto de Pierre Niney como de Guillaume Gallienne n (continuar a ler)

  • Santo Ananás
    Mil e Uma Maneiras de Bater as Botas

    Muito bom

    Já não me ria assim há uns tempos. O humor mistura e adapta bem a nossa realidade aos (continuar a ler)

  • Marco
    Draft Day - Dia D

    Opinião

    Para quem gostar de futebol americano e do universo envolvente, tem aqui um bom filme. Para todos os (continuar a ler)

  • Serafim Ramalho
    As Quatro Voltas

    Filme

    Filme belo e apenas bom, não excelente. Filme em que nos é lembrado que o Home (continuar a ler)

  • Catarina
    A Culpa É das Estrelas

    Título

    Eu ja vi filme, só não percebi a relação entre o título e o filme.

Críticas dos nossos críticos

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    Jorge Mourinha
    Omar

    Fatalismo ao sol de Gaza

    Depois do êxito global de O Paraíso, Agora! (2005), o palestiniano Hany Abu-Assad deixou-se seduzir por uma complicada experiência em Hollywood que deixou sequelas: o “regresso a casa” de Omar enquadra o conflito israelo-palestiniano num prisma de filme policial, com um herói titular apanhado numa engrenagem de traições que o ultrapassa, forçado a descobrir por si próprio quem o entalou entre a espada e a parede. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Snowpiercer - Expresso do Amanhã

    #occupy o comboio

    Era uma questão de tempo até os cineastas da recente nova geração coreana se deixarem seduzir pelo mercado internacional – e se, de Kim Jee-woon a dirigir Arnold Schwarzenegger em O Último Desafio ninguém se lembrará, Bong Joon-ho (ele dos excelentes The Host – A Criatura, 2006, e Mother – Uma Força Única, 2009) evita à tangente esse destino. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Minha Alma Por Ti Liberta

    Um olhar seguro

    Dupeyron é um realizador peculiar, com uma obra que já vem desde os anos 80 mas até agora sistematicamente ignorada pela distribuição portuguesa. Minha Alma por Ti Liberta não será a mais exuberante demonstração da sua personalidade de cineasta, deixando-se enredar em demasia nalgumas facilidades convencionais do “realismo francês” — a câmara à mão, uma “urgência” artificial — que tendem a descaracterizar o filme. Mas há um olhar seguro a conduzir a obra, um recorte certeiro do “fundo” (o retrato de comunidade) sobre o primeiro plano narrativo, uma energia convincente na maneira como os actores vivem as personagens (em particular a ambiguidade do protagonista, Grégory Gadebois), que sem impedirem que o filme se esteja sempre a desequilibrar fazem por merecer que se lhe dê atenção. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Violette

    Retrato certinho

    A história verídica de Violette Leduc, “força da natureza” confessional e vibrante que abriu as portas a toda uma geração de escrita feminista, tem uma intérprete à altura na indomável Emmanuelle Devos. A actriz é perfeita na definição de uma mulher inteligente mas insegura, impetuosa mas perturbada, obsessiva ao ponto de ser doentia. Mas essa performance, bem como a vida tudo menos banal de Violette e a sua relação com a mentora Simone de Beauvoir, mereciam uma outra abordagem por parte do realizador Martin Provost (Séraphine) — que filma tudo no arco tradicional e conformista da narrativa biográfica, quando era exactamente contra o conformismo e a tradição que Violette batalhava. De livre, no filme de Provost, só mesmo os actores, que respondem com generosidade ao retrato certinho mas estéril que aqui se faz dos anos de ouro da intelligentsia radical francesa do pós-Segunda Guerra Mundial. (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    Na Terceira Pessoa

    No conforto do cliché

    Talvez seja a meio de Na Terceira Pessoa que alguém atira à personagem do escritor interpretada por Liam Neeson que ele se refugia cada vez mais, com os seus livros e personagens, no estereótipo confortável. Será excessivo ver nesse diálogo do filme um momento em que Paul Haggis, argumentista, realizador, está a falar dele próprio na terceira pessoa — seria pedir-lhe coisas enormes em termos de exposição e ferocidade. Mas há razões para dizer o mesmo a Paul Haggis: que nunca deixa o conforto do cliché e que nesse sentido os seus filmes são formas de embalar o episódico e o irrelevante. (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    Night Moves

    No escuro

    Com Old Boy (2006) e Wendy e Lucy (2008), Night Moves (2013) é o filme de Kelly Reichardt que mais próximo chega do desaparecimento — aquela existência precária de filme-fantasma que ameaça desvanecer-se em que a cineasta norte-americana, que também é professora de cinema, consegue conter os filmes quando não, como aconteceu com O Atalho, em 2010, é tomada pelo desejo académico de fixar a História. Gostamos dela quando ela escuta a História que desapareceu. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    A Temporada do Rinoceronte

    O Irão no exílio

    A Temporada do Rinoceronte é um filme de exílio, a vários níveis. É o primeiro filme do exílio de Bahman Ghobadi, conhecido por Um Tempo para Cavalos Bêbedos ou As Tartarugas Também Voam e um dos mais interessantes cineastas iranianos da sua geração, que saiu do Irão em 2009, e é um filme sobre o exílio, baseado na história verídica do poeta curdo iraniano Sadegh Kamangar, que passou quase 30 anos preso na sequência da Revolução Islâmica de 1979. O filme foi rodado na Turquia, com outro exilado no papel principal (o actor Behrouz Vossoughi) e a ainda a especial presença de alguém que não se está habituado a ver em filmes de realizadores iranianos, a italiana Mónica Bellucci. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Draft Day - Dia D

    Da veterania

    Um filme de Ivan Reitman protagonizado por Kevin Costner parece uma coisa vinda dos anos 80, quando Costner era um dos mais requisitados actores hollywoodianos e Ivan Reitman, à conta dos Ghostbusters e outros, ainda não sobretudo conhecido por ser o pai do mais sobrevalorizado cineasta da actualidade, Jason Reitman (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Em Solitário

    Quando nada se ganha

    Primeira realização de Christophe Offenstein, até aqui director de fotografia, Em Solitário parece o resultado de um cruzamento entre o Quando Tudo Está Perdido de JC Chandor e o Le Havre de Aki Kaurismaki. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Tom na Quinta

    Figuras obrigatórias

    Tudo em Tom na Quinta parece querer dizer “sim, eu sou um cineasta sério e crescido”: adaptação de peça de teatro em regime de claustrofobia psicológica com ressonâncias Hitchcockianas, redução ao mínimo dos tiques e truques pop que o menino-prodígio canadiano Xavier Dolan espalhou pelos seus três filmes anteriores. (leia no Ípsilon)