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Críticas dos nossos leitores

Críticas dos nossos críticos

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    Luís Miguel Oliveira
    Um Pombo Pousou Num Ramo a Reflectir na Existência

    O pessimismo controlado

    Roy Andersson é certamente um cineasta singular e inventivo, como se poderia atestar pela quantidade de ideias (e de histórias) em cada um dos seus filmes. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Tangerinas

    A Geórgia sozinha

    A profusão de rivalidades regionais que o colapso da URSS acicatou está no centro deste curioso filme do georgiano Zaza Urushadze, que regressa ao tempo dos anos 90 em que o seu país entrou em guerra civil provocada pelo separatismo da Abkázia. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Exterminador: Genisys

    O Exterminador cansado

    A enésima – ou apenas a quinta – variação em torno do filme original de James Cameron e das suas personagens. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Magic Mike XXL

    O último strip

    Sequela do Magic Mike de Soderbergh, que não assina a realização (creditada ao seu assistente no primeiro filme) mas aparece como director de fotografia, montador e produtor executivo. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Kajaki

    Campo minado

    É uma curiosa adenda britânica ao ciclo dos filmes de guerra pós-11 de Setembro que tem em Estado de Guerra de Bigelow, no Mensageiro de Oren Moverman e no Sniper Americano de Eastwood os seus “pontas-de-lança”. (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    O Preço da Fama

    Os Charlots

    "Allez, il faut que t’arrêtes de faire le clown”... é a primeira réplica de O Preço da Fama. É um desafio moral: dirige-se tanto à personagem, que acaba de sair da prisão, como ao intérprete (Benoît Poelvoorde, actor de vorazes, às vezes violentas, acrobacias para causar o riso: “Vá, vê se acabas com as tuas palhaçadas!”). Mas ouve-a sobretudo O Preço da Fama – como imperativo ético. E assim ouve-a o espectador. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    As Nuvens de Sils Maria

    O palco e a vida

    Não é logo à primeira que se percebe estar-se, com As Nuvens de Sils Maria, em presença de um glorioso melodrama feminino, woman’s picture desconstruída e reinventada, sobre o tempo que passa por uma mulher que aprende finalmente a ter a sua idade. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Maggie

    Sem unhas para esta guitarra

    Henry Hobson não mostra grandes unhas para a guitarra que se propõe tocar, o casamento entre uma história sobrenatural (zombies) e um registo naturalista. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Mekong Hotel + Manhã de Santo António

    Filmes assombrados

    No papel, a conjugação da curta risonha e formalista de João Pedro Rodrigues com a média aérea e solta de Apichatpong Weerasethakul parece estranha; na prática, funciona na perfeição, já que em ambos os casos estamos a falar de “filmes assombrados” por um qualquer corpo estranho. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Cães Errantes

    Tsai está a rodar em seco

    Tsai Ming Liang já disse publicamente ter perdido o interesse pelo cinema, e aqui entre nós não é difícil percebê-lo face a uma experiência de endurance como Cães Errantes(leia no Ípsilon)