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Críticas dos nossos leitores

  • JOSÉ MIGUEL COSTA
    Mad Max: Estrada da Fúria

    5 estrelas

    Muitos poderão alegar que "Mad Max" tem um argumento da tanga (o que até nem fog (continuar a ler)

  • JOSÉ MIGUEL COSTA
    É Difícil Ser Um Deus

    1 estrela

    Não nego, à partida, qualquer género cinematográfico (ok, minto, não suport (continuar a ler)

  • Frederico Daniel
    A Saga Viking

    BOM

    "A Saga Viking" é um filme que me surpreendeu pela positiva e gostei do que vi. Recom (continuar a ler)

  • Clara
    Paddington

    Máximo

    Foi brutal. Aconselho a ver.

  • Clara
    Velocidade Furiosa 7

    Espetacular

    Foi demais! Aconselho todos a verem.

  • Nelson Faria
    Phoenix

    Um grande filme

    Eis a prova que não é preciso um grande orçamento para fazer um grande filme. Um manu (continuar a ler)

  • Omar
    Bekas e o Sonho Americano

    Ótimo

    Ótimo sob as perspectiva de uma criança. Um enredo diferente e um sonho a busc (continuar a ler)

  • Isa
    Prisioneira

    Pessoalmente

    Excelente representação de Reynolds. Um bom argumento, no entanto o fim fica um pouco aqu& (continuar a ler)

  • Paulo Lisboa
    Mad Max: Estrada da Fúria

    Bom filme!

    Fui ver o filme porque sou apreciador de filmes do género e porque já tinha visto a saga d (continuar a ler)

  • Pedro Constantino
    Mad Max: Estrada da Fúria

    Espectacular!

    Um filme de aventura criativo, com cenas de acção geniais e uma estética interessante (continuar a ler)

Críticas dos nossos críticos

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    Jorge Mourinha
    Na Cave

    Do outro lado do espelho

    Uma das figuras mais faladas do moderno cinema austríaco, e uma das mais emblemáticas da sua imagem glacial e confrontacional, Ulrich Seidl chega finalmente ao circuito comercial português, depois de uma década passada no circuito de festivais. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Os Verdes Anos

    Paulo Rocha extraordinário

    Confrontado com a “redescoberta” dos dois primeiros filmes de Paulo Rocha, obras seminais do Cinema Novo restauradas em condições pristinas, é legítimo que o espectador se pergunte o que aconteceu para que o autor de duas obras-primas incontornáveis não tenha granjeado reconhecimento, interno ou internacional, ao nível de Manoel de Oliveira ou João César Monteiro. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    É Difícil Ser Um Deus

    Testamento

    O que pensar do filme-testamento do russo Alexei German, colossal e megalómana criação que se pensou nunca chegar a bom porto e acabou por ser terminada pela esposa e pelo filho do realizador, falecido em plena finalização da pós-produção em 2013? (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Pássaro Branco

    À superfície

    O americano Gregg Araki foi um dos nomes de ponta do New Queer Cinema americano dos anos 1990 com títulos como The Living End (1992), The Doom Generation (1995) ou Nowhere (1997). (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Mad Max: Estrada da Fúria

    Pobreza e estardalhaço

    É discutível se aquilo de que o mundo estava a precisar era um update do Mad Max original, “corrigido” para a sensibilidade do “espectador do ano 2015”, quando a relativa graça desse original — bem aborrecido, por sinal — estava no que hoje parece inapelavelmente retro, analógico, mecânico. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    O Grande Museu

    Na cave do museu

    Um curioso reflexo para o National Gallery de Frederick Wiseman que simultaneamente se estreia esta semana. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    National Gallery

    Lições de pintura

    Depois de dois filmes parisienses, os primeiros de Frederick Wiseman comercialmente estreados em Portugal (La Danse e Crazy Horse), e de dois filmes americanos que ficaram por estrear cá (Boxing Gyme At Berkeley), eis Wiseman de regresso à Europa e ao trabalho sobre uma grande instituição cultural, a londrina National Gallery. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Bobô

    Abaixo da promessa

    Ainda não foi aqui que Inês Oliveira assinou uma longa-metragem à altura da promessa deixada com a sua estreia, a curta O Nome e o N.I.M.(leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Prisioneira

    Rapariga desaparecida

    Longe vão os tempos em que Atom Egoyan era tratado como grande “esperança”. A acumulação de filmes indistintos tem aqui, neste Prisioneira, um ponto baixo, a roçar a auto-caricatura mais do que a auto-citação. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Bobô

    Dois mundos

    Quem vier a Bobô à espera de um filme sobre o tópico da mutilação genital feminina corre o risco de sair francamente decepcionado, porque a segunda longa-metragem de Inês Oliveira depois do desastroso Cinerama (2009) faz apenas uma tangente a esse tema sem verdadeiramente o aprofundar. (leia no Ípsilon)