Críticas Ipsilon

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Mata-te, Amor

Mata-te, Amor: o amor, uma cabana e terra queimada

Jorge Mourinha

Jennifer Lawrence, actriz unânime, e Lynne Ramsay, realizadora mal-amada, fazem faísca num filme (produzido por Martin Scorsese) sem medo do ridículo.

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A Grande Eleanor

A Grande Eleanor, a estreia anódina de Scarlett Johansson como realizadora de longas

Luís Miguel Oliveira

A primeira longa-metragem de Scarlett Johansson como realizadora afunda-se numa vagueza de telefilme.

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Kontinental '25

A Europa como remorso em Kontinental ‘25

Luís Miguel Oliveira

O realizador Radu Jude importa o padrão do filme Europa 51, de Roberto Rossellini, para o seu Kontinental ‘25.

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Pai Mãe Irmã Irmão

Tudo em família: Pai Mãe Irmã Irmão

Jorge Mourinha

Apesar do Leão de Ouro de Veneza, Pai Mãe Irmã Irmão é um Jarmusch “menor” que só na recta final revela aquilo de que o cineasta americano é capaz no seu melhor.

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Song Sung Blue

Song Sung Blue: a classe operária não vai para o paraíso

Jorge Mourinha

Trocamos todo o cinema social didáctico pela enxutez descaradamente lacrimejante desta história verídica apontada ao coração dos Óscares.

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Miroirs No. 3

Miroirs No. 3, de Christian Petzold: a música dos fantasmas

Luís Miguel Oliveira

Um romantismo despojado, sem ornamentação, mas com muitos fantasmas — ou sugestões de fantasmas. Belíssimo.

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Cover-Up

Cover-Up: Seymour Hersh, o último dos moicanos

Jorge Mourinha

Pela autora de Citizenfour, um retrato bruto (mas não em bruto) de um jornalista de investigação que continua a incomodar muita gente. Na Netflix a partir desta sexta-feira.

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Matar o Jóquei

Matar o Jóquei: nem tudo o que é argentino é ouro

Luís Miguel Oliveira

Não se vê nada no filme de Luis Ortega: nem a vida interior das personagens nem a vida exterior.

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Na Terra dos Nossos Irmãos

Na Terra dos Nossos Irmãos: cinema iraniano à medida do caderno de encargos

Jorge Mourinha

Uma primeira obra que se limita a cumprir as expectativas que o público ocidental tem do cinema do Irão.

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Sonhos e Comboios

Sonhos e Comboios: na Netflix, quem tem olho é olhado como rei

Vasco Câmara

É poético q.b., empático como o trabalho de um mestre-escola. Anda a aparecer em listas dos melhores do ano. Isso é exagerado, mas na Netflix quem tem olho pode ser visto como rei.

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