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Críticas dos nossos leitores

Críticas dos nossos críticos

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    Jorge Mourinha
    O Quarto Azul

    Azul em sangue

    É irresistível fazer a ligação entre O Quarto Azul, adaptação certinha de um romance de mestre Georges Simenon, e Tournée – Em Digressão (2010), o anterior filme realizado pelo grande Mathieu Amalric – parece que, quando passa para o outro lado da câmara, o actor francês gosta de contar histórias de homens perdidos em universos femininos, meros joguetes nas mãos das mulheres que o fascinam. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    O Senhor Babadook

    Mãe à beira de um ataque de nervos

    Percebe-se, primeiro, porque é que o primeiro filme da australiana Jennifer Kent tem vindo a receber elogios de uma crítica que geralmente não liga muito aos filmes de terror; percebe-se, depois, porque é que a cineasta não quis que O Senhor Babadook fosse rotulado apenas como um filme de terror. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Em Parte Incerta

    A charada de David Fincher está decifrada

    É provavelmente o filme mais cínico de David Fincher, na medida em que tudo o que parece dizer sobre “o casal” ou sobre “o casamento” é mero produto derivado daquilo que lhe interessa e sempre lhe interessou: o jogo, a maquinação, as charadas de Seven, de Zodiac, que no fundo são as charadas sobre as quais Em Parte Incerta se constrói. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Vocês Ainda Não Viram Nada

    Fazer uma careta à morte

    A obra de Resnais conclui-se sob o signo do teatro, da representação que se dá a ver como representação e tira dessa evidência um enorme gozo, aquele gozo daquelas que também são, no fundo, as coisas básicas da narração cinematográfica: histórias, personagens, diálogos, e os actores que as interpretam e que os dizem. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Aproveita a Vida Henry Altmann

    Robin Williams merecia mais filme

    Foi um dos últimos filmes de Robin Williams, que se suicidou em Agosto, e salvo melhor informação o derradeiro estreado em vida dele. Não haverá muito mais razões para a história lembrar Aproveita a Vida, Henry Altmann senão esta, contudo. (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    Em Parte Incerta

    David Fincher, o sonso

    David Fincher em assinalável ponto de sonsice: sem coragem para assumir abertamente o exploitation movie, dissimula-se (dissimula-o) em algo que aparenta ser uma aproximação ao glacial tempo do fim do amor, do fim do romantismo – o inferno do casal. Mas num território que já foi tão ocupado, por Ingmar Bergman, Woody Allen, Chabrol, Hitchcock, a sua contribuição é ruminante e o faz-de-conta e o jogo de máscaras muito menos do que perversos. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    O Caminho Entre o Bem e o Mal

    Um corpo estranho

    É a segunda vez que o cinema se interessa pelo ex-polícia Matt Scudder, criação do romancista Lawrence Block numa série de romances policiais que chegou ao cinema pela primeira vez sob os traços de Jeff Bridges em 1985. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Vocês Ainda Não Viram Nada

    No teatro de espelhos de Alain Resnais

    “Já em vivo estava entre o céu e a terra,” disse o actor André Dussollier aos Cahiers du Cinéma sobre o cineasta com quem rodou por sete vezes. “Nele existia uma vontade de arrancar todas as máscaras para chegar direito ao osso, ver tudo o que existia lá por trás,” segundo Pierre Arditi, outro dos actores da “família” (nove presenças), também aos Cahiers(leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Lacrau

    Lacrau é tão livre que se torna lasso

    Não passou dos festivais e da Cinemateca, mas a primeira longa-metragem de João Vladimiro, No Jardim, um documentário rodado nos jardins da Gulbenkian, era altamente estimável. (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    Os Gatos Não Têm Vertigens

    Maria do Céu Guerra, energia de actriz contra simulacro televisivo

    Maria do Céu Guerra neste filme é uma espécie de fantasma daquilo que já morreu nos filmes de António Pedro-Vasconcelos ou que não se encontra nele desde Os Imortais (2003): a capacidade de ter lá pessoas dentro e não apenas simulacros televisivos e publicitários. (leia no Ípsilon)