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Críticas dos nossos leitores

Críticas dos nossos críticos

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    Jorge Mourinha
    Getúlio

    Getúlio perdido na cidade de Deus

    Não é nada difícil perceber onde é que a estreia na ficção do documentarista brasileiro João Jardim se foi inspirar. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Fado Camané

    O disco enquanto filme

    O encontro entre Camané e Bruno de Almeida é daquelas coisas que parecem destinadas a acontecer – a música de um e o cinema do outro transportam uma intangível e indefinível melancolia que não se explica apenas pelo fado ou por Lisboa, mas que passa pela vontade de eternizar um momento numa canção ou numa imagem que toque as pessoas e não se perca no tempo. (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    Fúria

    Fúria não é campo de batalha

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    Luís Miguel Oliveira
    Mau Mau Maria

    Um dos piores filmes portugueses de sempre

    Competiria talvez à psicossociologia perguntar se os portugueses foram feitos para o riso, ou o riso feito para os portugueses. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    As Duas Faces de Janeiro

    Patricia Highsmith não ficou mal servida

    Desde o primeiro momento que reconhecemos em As Duas Faces de Janeiro o universo moralmente movediço de Patricia Highsmith, cujo romance de 1964 o filme adapta. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Comer Dormir Morrer

    Rasa não é outra Rosetta

    É raro que um filme apresentado no concurso oficial do IndieLisboa chegue às salas portuguesas, razão suficiente para referir a estreia de Comer Dormir Morrer primeiro filme da sueca Gabriela Pichler, que o festival mostrou em 2013. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    A Praça

    Paisagem com batalha em fundo

    Como aconteceu com a Praça Tahrir, no Cairo, durante o episódio egípcio da “primavera árabe”, também a Praça Maidan, em Kiev, se tornou extremamente familiar para o mundo inteiro enquanto lugar simbólico da resistência e do poder populares, durante a sequência de acontecimentos que, em finais de 2013, teve como consequência imediata a deposição do presidente ucraniano, Yanukovich, e como consequência de longo prazo um imbróglio de proporções “globais” ainda bem longe do seu desfecho. (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    Fado Camané

    A educação sentimental de Carlos Manuel

    É um documentário sobre a gravação de um disco, o álbum de 2008 Sempre de Mim? Sim, vê-se e ouve-se nele um artista a falar do seu trabalho – conteúdo que hoje os “extras” de edições especiais despacham como máquina de enchidos, sendo verdade que tudo começou há vários anos atrás como material filmado para uma edição especial do disco de Camané, como making of(leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    O Quarto Azul

    Amalric e os cineastas do lado

    Mathieu Amalric continua a tactear a sua fantasia, as mulheres que o devoram, neste caso a amante (personagem interpretada por Léa Drucker, que é a sua companheira na vida). (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Getúlio

    Últimos dias de um presidente

    Getúlio Vargas foi uma das figuras cruciais, e mais controversas, do século XX brasileiro. Governou o país durante 18 anos, primeiro como ditador e, mais tarde, como presidente eleito mas constantemente acusado de continuar a comportar-se como um ditador - como diz alguém no filme de João Jardim, “a ditadura é um traço de carácter”, que se sobrepõem sempre às circunstâncias políticas. (leia no Ípsilon)