Cinecartaz

Críticas dos nossos leitores

  • Leonor
    Mil Vezes Boa Noite

    Real

    Gostei muito do argumento e das interpretações. Já nem refiro a Juliette Binoche, que (continuar a ler)

  • Mike
    Vício Intrínseco

    Vício Intrínseco

    ‘Inherent Vice’ é uma gigantesca trip noir niilista flower power. Nunca se fez um f (continuar a ler)

  • Anita
    A Ascensão de Jupiter

    Vê-se...

    Daqueles filmes para se ver na matiné dum domingo á tarde, em substituição da pr (continuar a ler)

  • João Corte Real
    Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

    Oscar bem merecido

    Tome lá Sr. Mourinho um Óscar bem merecido para provar que que alguns críticos é (continuar a ler)

  • Daniela Vieira
    Home: A Minha Casa

    Versão Original

    Espero que os nossos cinemas voltem a ter sessões com a V.O, pois estes filmes não sã (continuar a ler)

  • JOSÉ MIGUEL COSTA
    Relatos Selvagens

    4 estrelas

    Poder-se-á caracterizar o "Relatos Selvagens" como um filme trágico-cómico  (continuar a ler)

  • Francisco Moreno
    Yvone Kane

    África a nu

    O novo filme de Margarida Cardoso é uma história ficcional carregada desse arrebatamento d (continuar a ler)

  • António
    O Acto de Matar

    Mr

    Depois de ter lido recentemente o romance de José Rodrigues dos Santos "A Ilha das Trevas& (continuar a ler)

  • Fernando Jesus
    Sono de Inverno

    Excepcional!

    É um lugar comum dizer obra-prima! Mas o filme é de facto uma obra-prima do cinema. Grande (continuar a ler)

  • Carlos Zedi Sobral Machado
    O Passado

    Drama complexo

    Uma película que chama atenção pela intrincada trama, onde um mal entendido foi, at&# (continuar a ler)

Críticas dos nossos críticos

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    Luís Miguel Oliveira
    Yvone Kane

    Viagem a África

    Há uma ligação forte do cinema de Margarida Cardoso às memórias coloniais portuguesas e, especificamente, com a história e o território moçambicanos. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Olhos Grandes

    Sem identidade

    Seria legítimo esperar que, com o seu regresso a um cinema de escala mais pequena e intimista, Tim Burton reencontrasse alguma da chama que lhe sentíamos perdida em objectos de “piloto automático” como Alice no País das Maravilhas (2010) ou Sombras da Escuridão (2012). (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Rio 2096: Uma História de Amor e Fúria

    Os cinco séculos do imortal

    Que o cinema brasileiro está num fervilhante momento de renovação já não é novidade, com uma nova geração pós-Meirelles, Padilha ou Salles a dar cartas – mas os filmes “que interessam” não têm chegado ao circuito comercial, ficando-se pelo circuito de festivais (Renata Pinheiro, Adirley Queirós) ou por lançamentos quase confidenciais ou limitados (Eduardo Coutinho, Júlio Bressane). (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    Escobar: Paraíso Perdido

    O tio da Colômbia

    Pablo Escobar, narcotraficante, olhado do ponto de vista da inocência do estrangeiro abroad: Nick (Josh Hutcherson), surfista canadiano, descobre as ondas em Medellín, na Colômbia, conhece Maria (Claudia Traisac), por quem se apaixona, e descobre que o tio dela se chama Pablo Escobar (Benicio Del Toro). (leia no Ípsilon)

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    Vasco Câmara
    Filho do Crime

    Sem hipótese de fuga... aos clichés

    Como Escobar: Paraíso Perdido, que esta semana também chega às salas, Filho do Crime é uma história de iniciação. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Hector e a Procura da Felicidade

    O inter-rail condescendente

    Não se percebe logo, porque a entrada não o dá a entender. Mas assim que Simon Pegg se mete num avião para a China na primeira etapa de uma volta ao mundo à procura do que faz as pessoas felizes, Hector e a Procura da Felicidade entra numa “queda livre” da qual nunca conseguirá recuperar, arrastando consigo um elenco bastante respeitável e empenhado para o desastre absoluto. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Vício Intrínseco

    O fumeiro das vaidades

    Na sequência de Haverá Sangue e O Mentor, Paul Thomas Anderson continua a explorar os cantos mais ou menos obscuros da Califórnia do século XX, aterrando agora naquele período indistinto entre fins dos anos 1960 e princípio dos 1970, onde a afluência do pós-guerra dava lugar às contradições da contra-cultura. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Relatos Selvagens

    E um pensamento pela Argentina?

    Recuperação argentina de um modelo em desuso – o filme em episódios – que no entanto se contenta com o mais superficial que o modelo tem para dar: o efeito zapping, agora é isto mas a seguir passámos já para outra coisa. (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Kingsman: Serviços Secretos

    O espírito do pastiche

    Na voga dos super-heróis e das inspirações do universo da BD, tem desaparecido do entretenimento de grande circulação o pastiche, o filme sabiamente equilibrado entre a auto-irrisão referencial e a possibilidade de um “primeiro grau” que o valide enquanto filme de acção e aventuras. (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Kingsman: Serviços Secretos

    O espião que veio da alfaiataria

    Desde X-Men – O Início (2011) que tínhamos percebido que o britânico Matthew Vaughn tem panca pelos bons velhos filmes de espionagem à antiga inglesa. (leia no Ípsilon)