Cinecartaz

Helena Amaro

Não posso adiar o coração

Do melhor conselho que um pai pode dar: não se poder nem adiar nem matar um coração.
Ainda trago esta(s) história(s) de amor às voltas, mas só posso, para já, dizer: ide ver, de coração aberto, tudo que pode ser bonito na vida - o amor, a dor, o fim. E de como as casas e os jardins, a passagem do verão ao inverno, os caminhos de ida e volta da casa à urbe, as montanhas e a cidade grande que liberta para o anonimato, as promessas e a desistência, podem ser palco, cenário, personagem e chão de uma história tão edificante, mesmo que todos pareçam tão em cacos e tão submersos como a escultura que emerge, avisando ao que íamos, pela mão do filme.

Publicada a 30-01-2018 por Helena Amaro