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O Blade Runner envelheceu

as imagens são de uma beleza indescritível (a escala, o enquadramento, a relação lumínica), a fotografia e a realização soberbas; o drama, quase operático, usa a cor como o melhor dos mestres pintores e contudo o filme arrasta-se penosamente entre planos paradíssimos (ainda que ver tão demoradamente o Ryan Gosling seja sempre muito bom). O enredo enrola e enrola e no fim o que se pode dizer é que o filme é tão mas tão chato que se sente imensa saudade do primeiro.

Publicada a 07-10-2017 por mtknapic