Cinecartaz

Emanuel Barbeitos

Bravo!

Realização soberba e uma banda sonora absolutamente genial (de Hans Zimmer, um dos meus compositores preferidos). Poucos diálogos. Não são necessários, de facto, quando dominam a expectativa nos silêncios, as expressões de medo e de horror perante a morte consumada ou iminente e a violência do absurdo da guerra em todas as suas manifestações emocionais. Depois, temos a música de Zimmer, que se acerca de nós, espectadores, insidiosamente, como numa armadilha bem montada, amplificando a tensão da qual dificilmente se consegue escapar.

Publicada a 02-08-2017 por Emanuel Barbeitos